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Novo secretário de Segurança do Rio já comandou segurança do papa e PF no DF

O novo secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, delegado Victor Cesar dos Santos, participou da organização da segurança da Jornada Mundial da Juventude e da visita do Papa Francisco à cidade em 2013, na Coordenação Regional de Segurança de Grandes Eventos-RJ.

O delegado da Polícia Federal tem 30 anos de experiência na PF e ações contra alguns dos nomes mais conhecidos do crime organizado do Rio de Janeiro.

Em 1999, Santos passou a integrar a equipe da Delegacia de Repressão à Entorpecentes (DRE), quando a Superintendência desarticulou quadrilhas de traficantes e prendeu criminosos como Marco Antônio da Silva Tavares, o “Marquinho Niterói”, e Sandro Mendonça do Nascimento, o “Sandrinho Beira-Mar”.

O delegado ficou até 2001, quando assumiu a Corregedoria da corporação. Em 2005, voltou à delegacia de combate às drogas.

Recentemente, Victor Santos foi superintendente da PF no Distrito Federal, cargo que ficou de outubro de 2021 a fevereiro de 2023, indicado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Ele substituiu Hugo de Barros Correia, que coordenava as ações da corporação no DF, responsável por um inquérito contra Jair Renan, o filho mais novo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em janeiro deste ano, Santos sugeriu a Ricardo Cappelli, então interventor na segurança do DF após os ataques de 8 de janeiro, que os presos em flagrante fossem enviados para prisão domiciliar. Seria uma solução para a falta de espaço para abrigar tantos presos ao mesmo tempo.

Após ser exonerado do cargo, um dia depois, o delegado foi para a Superintendência da PF no Rio de Janeiro.

“Estamos recriando a Secretaria de Segurança Pública no nosso estado para fortalecer as ações de segurança das nossas polícias. Como uma das primeiras ações da pasta, determinei ao novo secretário, Victor César dos Santos, a criação de um plano de segurança que integre ainda mais as nossas forças. Também vamos investir em uma corregedoria unificada para trazer ainda mais rigor às investigações”, declarou o governador Cláudio Castro em uma rede social.

Veja também – Análise: As implicações políticas da indicação de Gonet para a PGR


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