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Justiça aceita denúncia e funcionário da Zara se torna réu pelo crime de racismo

A Justiça do Rio de Janeiro aceitou a denúncia oferecida pelo Ministério Público Estadual contra o segurança da loja Zara, Henrique Durães Bernardes, que agora é réu pelo crime de racismo.

O segurança da loja de roupas foi acusado de seguir e impedir o jogador de futebol Guilherme Quintino, enquanto o atleta estava na loja com a companheira. O fato aconteceu em 18 de junho e foi registrado na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).

De acordo com a denúncia, oferecida pelo promotor Alexandre Themistocles, quando desistiu da compra, “atleta foi abordado e impedido de sair da loja pelo segurança, sofrendo o constrangimento de ter que provar que não estava levando nenhuma peça de roupa da loja”, diz o documento.

O caso ganhou repercussão depois que o atleta expôs o caso nas redes sociais em um vídeo gravado pela companheira dele. As imagens mostram o segurança acompanhando o atleta pela loja da Zara, no Barra Shopping, e impedindo que ele saísse do local, depois que ele desistiu das compras.

À época, a Zara afirmou que não admite qualquer tipo de discriminação e que está apurando o ocorrido, reiterando que a abordagem não prática da companhia nem reflete seu posicionamento e valores. O Barra Shopping também afirmou que repudia quaisquer atos de discriminação.

A CNN procurou a defesa do segurança e publicará um posicionamento assim que receber um retorno.

JOGADOR DENUNCIOU O RACISMO PELAS REDES SOCIAIS




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