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Grupo é preso em SP por fraudar decisões judiciais para aplicar golpes

Três homens foram presos em São Paulo por fraudar decisões judiciais para aplicar golpes. De acordo com o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), os golpistas tinham até uma senha de  acesso ao sistema do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Com isso, os suspeitos conseguiam obrigar instituições financeiras a transferir valores de pessoas mortas. 

Somente em um dos casos, a transferência foi de R$ 15 milhões de um cliente falecido para a conta de um dos envolvidos. As prisões aconteceram, nesta terça-feira (27), nos municípios de Jacareí, na região metropolitana de São Paulo, e São José dos Campos, no interior do estado. 

Os criminosos, que demonstravam ter grande conhecimento da estrutura de tribunais de Justiça, também chegaram a usar documentos falsos. Um deles alegava ser filho de um juiz. Já o outro usou nome falso para se identificar como juiz substituto. 

Um dos presos, ainda segundo as investigações, também por meio de documentação fraudada, teve reconhecida união estável com um falecido promotor do Distrito Federal. A condição de viúvo permitiria receber a pensão por morte. 

 

O esquema foi revelado durante apurações da 1ª Delegacia Patrimônio (Investigações sobre Roubo e Latrocínio).

Durante a operação, os policiais apreenderam quatro celulares, uma CPU, cinco pen drives, dois notebooks, 21 cartões bancários e dois veículos SUV. Além de 31 perfumes importados, nove relógios de grifes internacionais e outros itens de luxo, como óculos, tênis e bolsas. 

Carro de luxo apreendido com suspeitos pela Polícia Civil de SP / Reprodução/Polícia Civil SP

O trio deve responder por associação criminosa, estelionato, uso de documento falso, invasão de dispositivo informático e lavagem de dinheiro. 

A CNN aguarda posicionamento do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. 


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